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"Silly Season"
Blog do Corredor M
Já penso você andar com um carro 66 km com um 1 litro de combustível ?
Em Breve isso será possível, a empresa alemã Loremo produzira esse carro que terá duas opções LS e GT, o carro pesa apenas 450kg
Os ingressos para o 36º Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 começam a ser vendidos nesta sexta-feira, 15 de junho, pelo site oficial do evento, neste endereço.
A corrida, que encerra o Mundial de Fórmula 1 de 2007, acontece nos dias 19, 20 e 21 de outubro, no autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Em 2006 o GP Brasil foi vencido por Felipe Massa e o hino brasileiro voltou a tocar na cerimônia do pódio de Interlagos depois de 13 anos. Este ano, o piloto está na disputa pelo título de campeão mundial pela Ferrari.
Veja abaixo a tabela de preços dos ingressos para o 36º GP Brasil de Fórmula 1:
Setor A: R$ 460,00 (sexta, sábado e domingo) - R$ 440,00 (sábado e domingo) - R$ 395,00 (domingo)
Setor B*: R$ 1.120,00 (sexta, sábado e domingo) - R$ 1.050,00 (sábado e domingo)
Setor M*: R$ 900,00 (sexta, sábado e domingo) - R$ 835,00 (sábado e domingo) - R$ 745,00 (domingo)
Setor D*: R$ 1.590,00 (sexta, sábado e domingo) - R$ 1.500,00 (sábado e domingo)
Setor F*: R$ 930,00 (sexta, sábado e domingo) - R$ 870,00 (sábado e domingo) - R$ 755,00 (domingo)
Setor G: R$ 345,00 (sexta, sábado e domingo) - R$ 300,00 (sábado e domingo)
*arquibancada coberta
Eu nunca gostei de fusca, apesar de achar um carro engraçado, mas esse eu queria ter
A cena pode ser considerada, no mínimo, patética. Você pára em um farol e, de repente, ouve o ronco característico de um motor V8 ao seu lado. Olha, olha, e não vê nada, apenas um modesto Fusquinha 1966 com a pintura manchada e equipado com umas rodas estranhas. Com certeza, o ronco não pode vir dele. De repente, o sinal abre, e o tal Fusquinha vai embora, acelerando como um carro esportivo. E não adianta tentar alcançá-lo; com certeza, havia algo de muito estranho naquele carro de aparência modesta.
A final, trata-se de um veterano Fusquinha equipado com motor Ford 302 V8 de Maverick, numa solução bem interessante. Como o motor fica na dianteira e o radiador na traseira, a aparência externa do Fusca quase não foi alterada, e por isso muitos se surpreendem não só com o ronco, mas também com a aceleração de zero a 100 km/h (menos de sete segundos) e velocidade máxima (próxima aos 200 km/h).
Um Fusca V8 (motor de 4.949 cc e quase 200 cv, a gasolina) não é ficção. O Fusca V8 realmente existe e foi descoberto, em São Paulo. Pertence a Paulo Maria Ribeiro, um engenheiro de São Paulo (SP) apaixonado por mecânica e por adaptação de motores atuais em carros antigos (hot rods e street rods). E dele, por sinal, um notável Gordini com motor V8 colocado em posição central que por muito tempo foi uma espécie de "cartão de visita" de seu trabalho. Porém, resolveu vendê-lo e partir para outro projeto, tão ou até mesmo mais complicado que aquele: um Fusca com motor V8 colocado na dianteira!
"Sempre gostei de carros pequenos e potentes",
afirma Paulo ao explicar a razão pela qual resolveu levar adiante seu novo projeto, hoje praticamente concluído, faltando apenas a pintura final.
O primeiro passo foi comprar um Fusca 66, absolutamente original, de um único dono, sem qualquer trabalho de funilaria a ser feita, e um Maverick GT 75; em péssimo estado de conservação, mas do qual foi possível tirar a mecânica completa. Ambos os carros foram totalmente desmontados, de um lado ficou a mecânica do Maverick, de outro a carroceria do Fusca, separada de sua plataforma (chassi e assoalho).
De acordo com o proprietário, que afirma ainda não ter chegado a andar no limite do carro, a velocidade máxima alcançada por enquanto foi quase de 200 km/h, indicada no velocímetro de Maverick que foi instalado no painel em lugar do original. O painel devera ainda receber outros instrumentos, como por exemplo um marcador de temperatura, para manter o potente motor 302 V8 sob controle. Ouanto a aceleração de zero a 1 00 km/h, esta em cerca de seis segundos, e o consumo, uma vez perfeitamente regulado, e estimado em 10 km/litro, andando em estrada sem exigir.a fundo o motor V8. Mas e pouco provável que Paulo resista a abusar da potencia desse motorzão. E quem resistiria?
Esses dias estava pesquisando fotos de formula 1 antigos para me ajudar no meu hobby de plastimodelismo, encontrei num site de Plastimodelismo alemão bastante fotos do Copersucar Fittipaldi, o mais bonito de todos pra mim foi o de 1979, um tempo atras vi um evento em goodwood com formula 1 antigos e tinha um copersucar na pista, eu acha o unico que existia ainda seria aquele que Dana Reformo. Se ganha na mega hoje vo la na inglaterra procura o dono desse copersucar e compra pra mim " não custa sonhar "
Sonho tecnológico brasileiro
Quando Émerson Fittipaldi trocou a Lotus pela McLaren, no final da temporada de 1973, levou consigo o patrocínio da Phillip Morris, por meio da marca de cigarros Marlboro. O carro não era excepcional, mas o brasileiro conseguiu faturar o bicampeonato mundial.
Cansado dos atritos com o chefe da equipe, Teddy Mayer, Fittipaldi decidiu investir num projeto encabeçado por seu irmão Wilson: a criação de uma equipe com o nome da mais tradicional família do automobilismo brasileiro, que seria patrocinada pela Copersucar. Foram anos difíceis na carreira do bicampeão, que não conseguiu trazer para o time nacional o patrocínio da Marlboro.
O sonho dos membros da equipe Fittipaldi, que sonhavam com um carro e tecnologia brasileiros, foi se desfazendo aos poucos. Os projetistas do time foram mudando e, cada vez mais, entravam funcionários estrangeiros. A Fittipaldi acabou fixando sua sede na Inglaterra, assim como a fábrica também.
Fatos sobre a equipe Copersucar:
- Em oito temporadas, a equipe Fittipaldi acumulou 44 pontos, sendo 1 segundo lugar, 2 terceiros, 5 quartos , 4 quintos e 7 sextos lugares.
- Enquanto isso, a Williams, uma das principais equipes da atualidade, marcou apenas 21 pontos em seis temporadas (1973-78).
- A Fittipaldi terminou o Mundial de Construtores de 1978 à frente da McLaren, Williams, Renault e Arrows. E o Mundial de Construtores de 1980, à frente da Ferrari e Alfa Romeo e empatada com McLaren e Arrows.
- Em seu primeiro ano na equipe, em 1976, Emerson terminou o campeonato de estréia empatado com Carlos Reutemann (Brabham-Alfa Romeo). Em 1978, marcou o mesmo número de pontos que Gilles Villeneuve da Ferrari e ficou à frente de pilotos da Williams, Renault, McLaren e Tyrrell. No certame de 1980, terminou empatado com Alain Prost, da McLaren, e à frente de pilotos como Mario Andretti, da Lotus.
A equipe Fittipaldi teve integrantes:
- Emerson Fittipaldi, duas vezes Campeão Mundial de Fórmula 1 e duas vezes vice-campeão.
- Keke Rosberg - trocou a Fittipaldi pela Williams, em 1982, e foi campeão do mundo.
- Jo Ramirez – primeiro chefe de equipe da Fittipaldi, sagrou-se campeão várias vezes na McLaren e foi considerado por Senna o melhor de todos.
- Ricardo Divila – projetista, já conquistou mais de 20 títulos no automobilismo mundial.
- Adrian Newey - projetista da equipe em 1979 e 1980, conquistou o título mundial em 1992, 1993, 1996 e 1997.
- Harvey Postlethwaite – projetista da Fittipaldi entre 1980 e 1981, integrou a equipe da Ferrari na conquista do mundial de construtores de 1982.
A equipe fechou em 1982
Pra quem quer conhecer melhor a historia da Copersucar Fittipaldi Recomendo acessar o Bestlapédia A historia da equipe Fittipaldi ou pelo site antigo do Bestlap feito por Gustavo Giroti
A idéia dos pistões rotativos revolucionou o mundo», afirmava em 1955 a publicidade da firma alemã NSU, uma das que adquiriram a patente do motor rotativo idealizado e realizado por Félix Wankel.Neste tipo de motor, os pistões e as bielas não funcionam violentamente como nos motores convencionais. Não existe neste motor, também, a árvore de manivela. Por esta razão, o novo motor funciona com tanta suavidade sendo, ao mesmo tempo, muito robusto. Era a primeira vez que o motor de explosão convencional tinha um rival aparentemente capaz de quebrar a sua hegemonia.
Mas as coisas não seriam tão simples como pensavam alguns. Após a primeira euforia, veio a ressaca e a maioria das marcas interessadas no motor rotativo acabaram por recuar e abandonar o seu desenvolvimento. O conceito essencial era e é simples na sua formulação, mas difícil na sua aplicação. Trata-se de um motor compacto que precisa de muito menos peças que um convencional, mas a sua fabricação resulta ser mais caro e não cumpre tão facilmente com as normas, cada vez mais exigentes, sobre o consumo e a poluição.
Apesar das suas indiscutíveis qualidades de eficácia mecânica, baixo nível de vibrações e ruído e utilização de pouco espaço para o motor, o motor ainda não conseguiu destronar o de pistões de movimento alternativo, com longos anos de uso e um notável grau de aperfeiçoamento técnico e, consequentemente, econômico.
No dia 30 de Maio de 1967, a Mazda começou a vender o primeiro automóvel com motor rotativo de dois rotores a nível mundial, o Cosmo Sport, que incluía um motor do tipo 10A com uma potência de 110 cavalos. Desenvolvimentos posteriores aperfeiçoaram a economia de combustível em mais de 40% e baixaram substancialmente o nível das emissões, para alcançar a conformidade com os novos regulamentos ambientais, cada vez mais severos. Em 1970, a produção acumulada de automóveis com motores rotativos tinha alcançado as 100.000 unidades. Já em 1975, eram 500.000. Em 1978, esse número alcançou a marca de um milhão. O motor rotativo tinha vindo para ficar
No final dos anos 70, a Mazda tinha começado a produzir em massa o motor rotativo do desportivo RX-7 e este era o tipo de veículo ideal para a competição automóvel.
Em 1980, Tom Walkinshaw, que dirigia uma das melhores equipas de competição do Reino Unido na altura, vestiu a camisola do motor rotativo e, juntamente com Pierre Dieudonné, levou um Mazda RX-7 à vitória em Spa, em 1981. Um segundo RX-7 terminou em quinto lugar, dando à Mazda a Taça King, como vencedora por equipes.
A Mazda continuou a desenvolver e a melhorar o motor rotativo nos anos 80 e, em 1991, chegava a altura de perceber até onde esses progressos poderiam levar um modelo de competição. Com uma carroçaria leve em fibra de carbono e um motor com quatro rotores, o Mazda 787B venceu as 24 Horas de Le Mans, naquela que é considerada uma das maiores surpresas de sempre da emblemática corrida. Mesmo que não constituísse surpresa para os engenheiros do RX-7 ou para os seus proprietários em todo o mundo. Depois deste triunfo, o corpo de comissários de Le Mans baniu a utilização de motores rotativos da famosa prova de resistência – o que permitiu que a competição voltasse a ter vencedores incertos.
O Mazda RX-8 é único automóvel produzido em série atualmente, impulsionado pelo motor Wankel Renesis.
Texto Retirado do Wikipedia
O mod alem dos carros trás algumas pista da época Kyalami, Long Beach, Jarama, Mônaco, Dijon, Silverstone, Monza, Osterreichring, Watkins Glen .
Cada carro tem uma física própria, O legal do mod e comparar o desempenho do carro ruim da época com os de ponta
Fotos e informações do Mod
http://simhq.com/_motorsports3/motorsports_105a.html
Lista de todos carros
Alfa Romeo 179
Arrows-Cosworth A1 Mk1
Arrows-Cosworth A1 Mk2
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Brabham-Alfa BT48 front wing
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Ensign-Cosworth N179 Mk2
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Ferrari 312 T4 Slow config.
Fittipaldi-Cosworth F6A
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Lotus-Cosworth 79
Lotus-Cosworth 80 Mk1
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Mclaren-Cosworth M28B
Mclaren-Cosworth M28C
Mclaren-Cosworth M28D
Mclaren-Cosworth M29
Merzario-Cosworth A1B
Rebaque-Cosworth HR79
Renault RS-01
Renault RS-11
Renault RS-12
Shadow-Cosworth DN9
Shadow-Cosworth DN9B
Shadow-Cosworth DN9C
Tyrrell-Cosworth 009 Mk1
Tyrrell-Cosworth 009 Mk2
Tyrrell-Cosworth 009 Mk3
Williams-Cosworth FW06
Williams-Cosworth FW07
Wolf-Cosworth WR8
Wolf-Cosworh WR8B
Pistas:
Kyalami (GPL conversion) V1.2
Long Beach (Scratch-built) V1.0
Jarama (NR2003 conversion) V1.0
Monaco (GP4 conversion) V1.1
Dijon (F1C conversion) V1.0
Silverstone (GPL conversion) V0.9
Monza (F1C conversion) 1.0
Osterreichring (GPL conversion) V1.0
Watkins Glen (NR2003 conversion) V1.0